Cinema E Psicanálise - Volume 8 A Tela Do Feminino Ao Feminismo

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O tema feminino/feminismo, desta coletânea, relança a discussão acerca do feminino, que por não poder ser reduzido a uma totalidade oniabrangente, não reúne as mulheres. Subjaz à discussão o aforismo polêmico de Jacques Lacan, “A mulher não existe”. Não existe mulher como tal. Há muitas, e as mulheres são diferentes. As mulheres são diferentes, e essas diferenças é que contam. O mito do eterno feminino em que todas as mulheres são uma só impede de ver uma mulher e outra e outra. (...)” 




– Dinara Machado Guimarães, psicanalista, escritora e doutora em comunicação pela UFRJ.


 
O feminismo, tanto no cinema quanto de maneira geral, tem como ponto de partida textos “protofeministas”, como O segundo sexo, de Simone de Beauvoir, no qual se encontra a célebre reflexão de que “não se nasce mulher”, mas sim se exercita constantemente o “ser mulher”, para “tornar-se mulher”.
As primeiras manifestações da onda feminista mostraram que o machismo cinematográfico, da mesma forma que o machismo do mundo real, é multiforme no que se refere à representação da mulher na grande tela, especialmente percebido pelos estereótipos “negativos” – virgens, putas, vamps, interesseiras, joguetes eróticos – que demonizavam ou transformavam as mulheres em objetos sexuais, alocadas no bordel de celuloide. A beleza do corpo feminino era empregada para interromper o andamento da narrativa, com close-ups dos quais emanava um poder mágico e erótico. Assim, o sujeito masculino era o condutor ativo da narrativa; e o feminino, um objeto passivo, uma mera passageira no mundo cinematográfico.
As teóricas feministas que se voltaram contra essa situação revisitaram a questão autoral, a partir de uma perspectiva feminista, na busca de uma linguagem cinematográfica capaz de expressar o “desejo feminino”, o que se materializou em produções de diretoras consagradas, como Agnès Varda, Naomi Kawase ou Chantal Akerman, entre outras que vão além da guerra dos sexos e das identidades de gênero.


Ana Lucilia Rodrigues, psicanalista e mestre em psicologia clínica.


Sobre os autores(as)

Ingo Lenz Dunker, Christian

Christian Ingo Lenz Dunker, psicanalista, professor livre-docente do Instituto de Psicologia da USP, analista membro da Escola do Fórum do Campo Lacaniano, com Vladimir Safatle e Nelson da Silva Jr., coordena o Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise da USP (Latesfip). Em 2012, recebeu o Prêmio Jabuti de Literatura na categoria Psicologia e Psicanálise.

Rodrigues, Ana Lucilia

Ana Lucília Rodrigues, psicanalista, membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA) e do Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise da USP (Latesfip/USP), desenvolve seu doutorado sobre cinema no Programa de PósGraduação em Comunicação e Semiótica da PUC-SP. Organizadora da Jornada Paulista de Cinema e Psicanálise, cuja quarta edição foi realizada em novembro de 2012
ISBN 9788554862251
Autores Rodrigues, Ana Lucília (Autor) ; Ingo Lenz Dunker, Christian (Autor)
Editora Nversos
Coleção/Serie Cinema E Psicanálise
Idioma Português
Edição 1
Ano de edição 2019
Páginas 128
Acabamento Caixa
Dimensões 21,00 X 16,00

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