Diário De Quarentena 90 Dias Em Fragmentos Evocativos

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Diário de quarentena, de Frei Betto, focaliza os três primeiros meses da pandemia do coronavírus de 2020, e já surge predestinado a se transformar em uma obra de referência duradoura, como o Diário da peste de Londres, de Daniel Defoe, publicado em 1722 e ainda em catálogo nos dias de hoje.
O livro de Frei Betto, assim como o de Defoe, não se prende apenas às respectivas tragédias, a epidemia de peste bubônica que matou 70 mil pessoas em Londres em 1665, e a pandemia que causou muito mais vítimas aqui no Brasil. Ambas as obras estabelecem uma rica reflexão acerca da condição humana e mesclam o drama pessoal à tragédia coletiva para tentar responder a perene indagação: “Quem somos nós, de onde viemos, para onde vamos?”
A peste londrina do século XVII e a pandemia do novo milênio reafirmam o mesmo triste paradoxo: nada mais prejudicial à vida humana e à preservação de nosso planeta do que a própria humanidade... Acontecimentos funestos na esfera pessoal (acidentes, doenças graves, desemprego e divórcio) proporcionam excelentes oportunidades para que uma pessoa possa se “reinventar”, a palavra-chave da época atual. Do mesmo modo, tragédias coletivas (terremotos, tsunamis, genocídios e demais conflitos armados, exílio, secas prolongadas e, agora, a pandemia) podem proporcionar ótimas oportunidades à humanidade para fazer uma correção de rota para que a justiça e a felicidade reinem sobre a Terra.
Essa é a bela e urgente mensagem deste Diário de quarentena de Frei Betto.


Frei Betto é doutor Honoris Causa em Filosofia pela Universidade de Havana e em Educação pela Universidade José Martí, de Monterrey. Estudou jornalismo, antropologia, filosofia e teologia. É frade dominicano, escritor e cronista. Conquistou importantes prêmios literários brasileiros, como o Jabuti, em 1982, pelo livro Batismo de sangue (Rocco). Nesta mesma data, foi eleito Intelectual do Ano pela União Brasileira de Escritores, que lhe concedeu, em 1985, o prêmio Juca Pato pelo livro Fidel e a religião.


Dele, a Rocco publicou também: Paraíso perdido; Calendário do poder; A mosca azul; Hotel Brasil; Aldeia do silêncio; Minas do Ouro; A arte de semear estrelas; Um homem chamado Jesus; Começo, meio e fim; Ofício de escrever; Minha avó e seus mistérios; Diário de quarentena; Diário de Fernando; Por uma educação crítica e participativa.


Atuou como assessor especial da Presidência da República e coordenador de Mobilização Social do Programa Fome Zero entre 2003 e 2004. É assessor de movimentos sociais e educador popular.
Sobre o autor(a)

Betto, Frei

FREI BETTO nasceu em Belo Horizonte (MG). Estudou jornalismo, antropologia, filosofia e teologia. Frade dominicano e escritor, tem sessenta livros publicados, entre contos, ensaios, romances e obras infanto-juvenis. Ganhou duas vezes o prêmio Jabuti (por Batismo de sangue, em 1982, e Típicos tipos, em 2005), além do prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte e o prêmio Alba de Literatura. Em 2012, seu romance Minas do ouro ficou entre os finalistas do prêmio Portugal Telecom. Suas obras já foram traduzidas para 25 idiomas.
ISBN 9786555320480
Autor(a) Betto, Frei (Autor)
Editora Rocco
Idioma Português
Edição 1
Ano de edição 2020
Páginas 208
Acabamento Brochura
Dimensões 19,00 X 14,00
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