Stephanie Dennison é professora titular de Estudos Brasileiros na Univer-
sidade de Leeds, Inglaterra. É formada em letras pela King’s College, Londres,
e doutora em estudos latino-americanos pela Universidade de Liverpool. É
autora de vários livros sobre cinema brasileiro e latino-americano publicados
em inglês. Organizou em 2013 World Cinemas: as novas cartografias do cinema
mundial (Papirus). |
Humberto Pereira da Silva é professor de filosofia, ética e história do cinema
na Faap e crítico de cinema; editor da revista Mnemocine, autor dos livros Ir ao
cinema: um olhar sobre filmes (Musa Editora, 2006), Glauber Rocha: cinema, es-
tética e revolução (Paco Editorial, 2016) e Ver e ver como (Paco Editorial, 2018). |
José Geraldo Couto é jornalista, tradutor e crítico de cinema. Formado em História e em Jornalismo pela USP, trabalhou mais de vinte anos na Folha de S.Paulo e três na revista Set. Publicou, entre outros, os livros André Breton, Brasil: anos 60 e Futebol brasileiro hoje. Colaborou com artigos e ensaios nos livros O cinema dos anos 80, O cinema brasileiro, Os filmes que sonhamos, Documentário brasileiro: 100 filmes essenciais e Ismail Xavier: um pensador do cinema brasileiro, entre outros. Ministra cursos livres ligados à história do cinema e edita o Blog do Cinema do site do Instituto Moreira Salles. |
Danilo Santos de Miranda é diretor do Sesc São Paulo. |
Robert Stam é professor na Universidade de Nova York. É autor e co-autor de
diversos livros sobre cinema, nos quais aborda temas como teoria do cinema,
cinema nacional e estudos pós-coloniais. Seus livros mais conhecidos são Fran-
çois Truffaut and Friends (2006), Literature through Film (2005), Film Theory:
An Introduction (2000), e Tropical Multiculturalism (1997). É co-autor, com
Ella Shohat, de Race in Translation (2012), Flagging Patriotism (2006), e Un-
thinking Eurocentrism (1994). |
Professor do Departamento de Cinema, Televisão e Rádio da eca/usp. Entre
1979 e 2012, exerceu funções de direção em órgãos públicos culturais como
Embrafilme, Cinemateca Brasileira, Centro Cultural São Paulo e Secretaria
Municipal de Cultura de São Paulo. Realizador de documentários em filme
e vídeo. Autor de ensaios e editor de publicações sobre cinema, iconografia,
teatro, história e literatura, dedicados a autores como Blaise Cendrars,
Alexandre Eulalio, Paulo Emílio Sales Gomes, Glauber Rocha, Leon Hirszman,
Joaquim Pedro de Andrade, Federico Fellini, Paulo Prado, Vinicius de Moraes,
Mário de Andrade. |
Adilson Mendes é historiador pela Unesp, com doutorado em cinema pela
USP. Autor de Trajetória de Paulo (Ateliê, 2013), é membro do grupo de pesquisa
Cinema Expandido, da esteroscopia ao web footage: novos regimes de visuali
dade no século XXI, inserido no programa de pós-graduação em Comunicação
da Universidade Anhembi Morumbi. |
Tunico Amâncio é formado em cinema pela Universidade Federal Fluminen-
se, onde atua como professor e pesquisador. Entre os livros publicados estão
Artes e manhas da Embrafilme: cinema estatal brasileiro em sua época de ouro
e O Brasil dos gringos: imagens no cinema. Coordena convênios de cooperação
internacional com México, França e Canadá. É também roteirista. |
Fabio Camarneiro é professor no curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). É doutor em Meios e Processos Audiovisuais e mestre em Comunicação Impressa e Audiovisual, ambos pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Tem textos publicados nos livros Ismail Xavier: um pensador do cinema brasileiro, Revisitar a teoria do cinema: Teoria dos cineastas, vol. 3, Montagem e interpretação – Coleção Cinema e Psicanálise, vol. 4, entre outros. |
Pablo Gonçalo é professor da Faculdade de Comunicação da UnB e autor do
livro O cinema como refúgio da escrita: roteiros e paisagens em Peter Handke e
Wim Wenders. É doutor pela UFRJ, com passagem pela Universidade Livre de
Berlim, como bolsista do DAAD. Atualmente, inicia pesquisa sobre a história do
roteiro no cinema e audiovisual brasileiro. É curador, roteirista e escreve críti-
cas e ensaios para a revista Cinética. |
Fatimarlei Lunardelli é jornalista formada pela UFRGS com mestrado e
doutorado em cinema pela USP. Autora dos livros Ô psit: o cinema popular dos
Trapalhões (1996); Quando éramos jovens: a história do clube de cinema de Porto
Alegre (2000) e A crítica de cinema em Porto Alegre na década de 1960 (2008).
Professora de teoria, crítica e análise fílmica, integrante da Associação Brasilei-
ra de Críticos de Cinema e vice-presidente da Associação de Críticos de Cinema
do Rio Grande do Sul. |
Marcelo Miranda é jornalista, crítico, curador e pesquisador de cinema. Mes-
tre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais. Re-
dator na revista eletrônica Cinética e colaborador em diversos sites, revistas e
jornais. Membro de comissões de seleção e júris em vários festivais brasileiros.
Co-organizador do livro Revista de Xinema: antologia (1954-7 e 1961-4). Sócio-
-fundador da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema). |
LÚCIA RAMOS MONTEIRO
é doutora em estudos cinematográficos pela Université Sorbonne Nouvelle – Paris 3, e pela Universidade (USP) de São Paulo. Realiza atualmente pesquisa de pós-doutorado na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Foi professora dos cursos de cinema da Paris 3 e da Universidad de las Artes (em Guaiaquil, Equador) e da Pós-Graduação em meios e processos audiovisuais da USP. Coorganizou os livros Palmanova (Paris: Form[e]s, 2015), sobre a obra do artista conceitual britânico Victor Burgin, e Oui, c’est du cinéma (Pasian di Prato: Campanotto Editore, 2009), sobre as relações entre cinema e arte contemporânea, entre outros. Atua ainda como crítica e curadora de mostras de cinema, como África(s). Cinema e Revolução (Caixa Belas Artes, São Paulo, 2016) e A Caliwood de Luis Ospina. Cinema colombiano de vanguarda (Caixa Cultural Rio de Janeiro, 2017). |
David Oubiña é doutor em letras pela Universidade de Buenos Aires. É pesqui-
sador independente do Conicet e professor de Literatura em Artes Combinadas
II na Faculdade de Filosofia e Letras (UBA). É membro do conselho de Las Ra-
nas (artes, ensaio e tradução) e da Revista de Cinema. Seus últimos livros são:
Una juguetería filosófica: cine, cronofotografía y arte digital (Buenos Aires: Ma-
nantial, 2009) e El silencio y sus bordes: modos de lo extremo en la literatura y el
cine (Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2011). |
Ivonete Pinto é jornalista, doutora em Cinema pela Escola de Comunicações e
Artes (ECA) da USP; docente no curso de Cinema e Audiovisual da UFPel; vice-
-presidente da Abraccine entre 2011-2015 e presidente da ACCIRS na gestão
2008-2010; co-editora da revista Teorema Crítica de Cinema; colaboradora da
revista online Orson; conselheira editorial de publicações como Cadernos Forcine
e Mnemocine; autora dos livros A mediocridade (1989), Descobrindo o Irã (2005) e
Samovar nos trópicos (2003) e organizadora, com Orlando Margarido, de Bernar-
det 80: impacto e influência no cinema brasileiro (Paco/Abraccine, 2017). |
Leandro Rocha Saraiva é professor e roteirista. Escreveu e dirigiu para séries
de TV (Cidade de Deus, 9mm, Street Art, Na batalha, Memória ativa), e é co-ro-
teirista dos longas A fúria (Ruy Guerra) e Nimuendajú (Tânia Anaya), e da sé-
rie Os índios descobrem o Brasil (Vincent Carelli) – todos em pré-produção. Fez
pesquisa de personagens em Peões (Eduardo Coutinho), foi gerente de conteú-
dos colaborativos da TV Brasil e professor do curso de Imagem e Som da Ufscar.
Além de artigos e capítulos de livros variados, é autor de Manual de roteiro: ou
Manuel, o primo pobre dos manuais de cinema e TV. Foi orientado por Ismail Xa-
vier da iniciação científica ao doutorado, e prepara, em parceria com ele, a série
Eu vi um país no cinema: o olhar de Ismail Xavier. |
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