Renato Janine Ribeiro é mestre pela Sorbonne e doutor pela USP, universidade onde é professor. É cientista político, escritor e colunista. Ganhador do Prêmio Jabuti de Literatura em 2001, foi condecorado também
com a Ordem Nacional do Mérito Científico e com a Ordem de Rio
Branco. Foi ministro da educação em 2015. Membro dos conselhos do
SBPC, do CNPq e da Capes, escreveu A etiqueta no antigo regime (Moderna, 1999); A marca do Leviatã (Ática, 2003); A última razão dos reis: ensaios de
filosofia e política (Companhia das Letras, 2003); Ao leitor sem medo – Hobbes
escrevendo contra o seu tempo (Editora da UFMG, 2003); A universidade e a
vida atual (Campus, 2003); e A sociedade contra o social: o alto custo da vida
pública no Brasil (Companhia das Letras, 2005). Participou das seguintes
coletâneas: Os sentidos da paixão (1987); O olhar (1988); Ética (1992); Tempo
e história (1992); Artepensamento (1994); Libertinos libertários (1996); A crise
da razão (1996); O avesso da liberdade (2002); O homem-máquina (2003);
Civilização e barbárie (2004); O silêncio dos intelectuais (2006) – todas pela
Companhia das Letras –; A crise do Estado-nação (Civilização Brasileira,
2003); Muito além do espetáculo (Senac São Paulo, 2005); Vida, Vício, virtude
(Senac São Paulo; Edições Sesc São Paulo, 2009). |
ANTONIO CICERO é poeta e ensaísta, autor dos livros de poemas Guardar (Record, 1996) e A cidade e os livros (Record, 2002), bem como do tratado filosófico O mundo desde o fim (Francisco Alves, 1995) e do livro de ensaios sobre poesia e arte Finalidades sem fim (Companhia das Letras, 2006). Em parceria com o poeta Waly Salomão, organizou o livro de ensaios O relativismo enquanto visão do mundo (Francisco Alves, 1994) e, em parceria com o poeta Eucanaã Ferraz, a Nova antologia poética de Vinicius de Moraes (Companhia das Letras, 2003). É também autor de diversas letras de música, tendo como parceiros, entre outros, Marina Lima, Adriana Calcanhotto e João Bosco. Participou das coletâneas Poetas que pensaram o mundo; O silêncio dos intelectuais; A condição humana; e Mutações: a experiência do pensamento. |
EUGÊNIO BUCCI, graduado em direito e jornalismo, é doutor em ciências da comunicação. Foi editor da revista Teoria e debate e diretor de redação das revistas Set, Superinteressante e Quatro Rodas. Diretor de redação da Editora Abril, foi colunista de O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, Jornal do Brasil e Veja. Presidiu a Radiobrás de 2003 a 2007. Publicou, entre outros livros e ensaios: Brasil em tempo de TV (Boitempo Editorial, 1996); Sobre ética na imprensa (Companhia das Letras, 2000) e Do B: crônicas cri´ticas para o Caderno B do Jornal do Brasil (Editora Record, 2003). Participou com um ensaio na coletânea A condição humana (Edições Sesc SP/Editora Agir, 2009). Atualmente é professor do Instituto de Estudos Avançados na USP. |
Vladimir Safatle é professor livre-docente do Departamento de Filosofia da usp, foi professor visitante das Universidades de Paris vii, Paris
viii, Toulouse e Louvain, e é bolsista de produtividade do cnpq. É autor
de: Fetichismo: colonizar o outro (Civilização Brasileira, 2010); La Passion
du négatif: Lacan et la dialectique (Georg Olms, 2010); Cinismo e falência da
crítica (Boitempo, 2008); Lacan (Publifolha, 2007) e A paixão do negativo:
Lacan e a dialética (Editora Unesp, 2006). Desenvolve pesquisas nas áreas
de epistemologia da psicanálise, desdobramentos da tradição dialética
hegeliana na filosofia do século xx e filosofia da música. Pelas Edições Sesc
São Paulo, participou das coletâneas: A condição humana (em coedição
com a editora Agir, 2009); Mutações: a experiência do pensamento (2010);
Mutações: a invenção das crenças (2011); Mutações: elogio à preguiça (2012);
Mutações: o futuro não é mais o que era (2013); Mutações: o silêncio e a prosa do
mundo (2014); Mutações: fontes passionais da violência (2015); Mutações: o novo
espírito utópico (2016); e Mutações: dissonâncias do progresso (2019). |
MARIA RITA KEHL é psicanalista, doutora em psicanálise pela PUC-SP e escritora. Desde 2006, atende também pacientes na Escola Nacional Florestan Fernandes, do MST. Autora de artigos na imprensa brasileira desde 1974. Seus últimos livros são: O tempo e o cão (Boitempo, 2009); Ressentimento (Casa do Psicólogo, 2004); Videologias (em parceria com Eugênio Bucci, Boitempo, 2004) e Sobre ética e psicanálise (Companhia das Letras, 2001). Escreveu ensaios em diversas coletâneas organizadas por Adauto Novaes, incluindo recentemente: Ensaios sobre o medo; Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo; Vida, vício, virtude; A condição humana; Mutações: a invenção das crenças. |
Adauto Novaes é jornalista e professor. Foi diretor do Centro de Estudos e Pesquisas da Fundação Nacional de Arte, Ministério da Cultura, por vinte anos. Em 2000, fundou a empresa de produção cultural Artepensamento e, desde então, organiza ciclos de conferências que resultam em livros. Pelas Edições Sesc São Paulo publicou: Ensaios sobre o medo (em coedição com a editora Senac São Paulo, 2007); Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo (em coedição com a editora Agir, 2008); Vida, vício, virtude (em coedição com a editora Senac São Paulo, 2009); A condição humana (em coedição com a editora Agir, 2009); Mutações: a experiência do pensamento (2010); Mutações: a invenção das crenças (2011); Mutações: elogio à preguiça (ganhador do Prêmio Jabuti, 2012), Mutações: o futuro não é mais o que era (2013); Mutações: o silêncio e a prosa do mundo (2014); Mutações: fontes passionais da violência (ganhador do Prêmio Jabuti, 2015) e Mutações: o novo espírito utópico (2016). |
OSWALDO GIACOIA JUNIOR é professor do Departamento de Filosofia da Unicamp. Doutor em filosofia com tese sobre a filosofia da cultura de Friedrich Nietzsche na Universidade Livre de Berlim. Publicou, entre outros livros: Os labirintos da alma (Unicamp, 1997), Nietzsche como psicólogo (Unisinos, 2004) e Sonhos e pesadelos da razão esclarecida (UPF Editora, 2005). Participou das coletâneas: Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo; A condição humana; Mutações: a experiência do pensamento; Mutações: a invenção das crenças. |
Newton Bignotto é doutor em filosofia pela École des Hautes Études
en Sciences Sociales, Paris, e ensina filosofia política na Universidade Federal de Minas Gerais (ufmg). Publicou: As aventuras da virtude: as ideias
republicanas na França do século xviii (Companhia das Letras, 2010); Republicanismo e realismo: um perfil de Francesco Guicciardini (Editora da ufmg,
2006); Maquiavel (Zahar, 2003); Origens do republicanismo moderno (Editora
da ufmg, 2001); O tirano e a cidade (Discurso Editorial, 1998) e Maquiavel
republicano (Loyola, 1991). Participou como ensaísta dos livros: Ética (Companhia das Letras, 2007); Tempo e história (Companhia das Letras, 1992);
A crise da razão (Companhia das Letras, 1996); A descoberta do homem e do
mundo (Companhia das Letras, 1998); O avesso da liberdade (Companhia das
Letras, 2002); Civilização e barbárie (Companhia das Letras, 2004); A crise do
Estado-nação (Civilização Brasileira, 2003); O silêncio dos intelectuais (Companhia das Letras, 2006); O esquecimento da política (Agir, 2007); Mutações:
ensaios sobre as novas configurações do mundo (Edições Sesc sp/Agir, 2008);
A condição humana (Edições Sesc sp/Agir, 2009); Mutações: a experiência do
pensamento (Edições Sesc sp, 2010); Mutações: a invenção das crenças (Edições
Sesc sp, 2011); Mutações: o futuro não é mais o que era (Edições Sesc sp, 2013)
e Mutações: o silêncio e a prosa do mundo (Edições Sesc sp, 2014). |
Helton Adverse é professor do Departamento de Filosofia da ufmg. Doutor em filosofia pela mesma instituição, tendo realizado estágio de pesquisa de pós-doutoramento na École des Hautes Études en Sciences Sociales,
em Paris, atua na área da filosofia política, com ênfase no pensamento
político italiano do Renascimento e na filosofia política contemporânea.
Seus diversos trabalhos publicados na área privilegiam dois temas: a tradição republicana e o sentido do político. |
OSWALDO GIACOIA JUNIOR é professor do Departamento de Filosofia da Unicamp. Doutor em filosofia com tese sobre a filosofia da cultura de Friedrich Nietzsche na Universidade Livre de Berlim, publicou, entre outros livros: Os labirintos da alma (Unicamp, 1997); Nietzsche como psicólogo (Unisinos, 2004) e Sonhos e pesadelos da razão esclarecida (UPF Editora, 2005). Participou das coletâneas: Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo (Edições Sesc SP/Editora Agir, 2008); A condição humana (Edições Sesc SP/Editora Agir, 2009); Mutações: a experiência do pensamento (Edições Sesc SP, 2010); Mutações: a invenção das crenças (Edições Sesc SP, 2011) e Mutações: elogio à preguiça (Edições Sesc SP, 2012).
RENATO LESSA é professor titular de teoria e filosofia política do Departamento de Ciência Política da UFF, no qual é Coordenador Acadêmico do Laboratório de Estudos Hum(e)anos. É presidente do Instituto Ciência Hoje e Investigador Associado do Instituto de Ciências Sociais, da Universidade de Lisboa e do Instituto de Filosofia da Linguagem, da Universidade Nova de Lisboa. Dentre os livros e ensaios sobre filosofia política que publicou, destacam-se: Veneno pirrônico: ensaios sobre o ceticismo (Francisco Alves, 1997); Agonia, aposta e ceticismo: ensaios de filosofia política (Editora da UFMG, 2003); Ceticismo, crenças e filosofia política (Gradiva, 2004); Pensar a Shoah (Relume Dumará, 2005); La fabricca delle credenze (Iride, 2008); Montaigne’s and Bayle’s Variations (Brill, 2009); “The Ways of Scepticism” (European Journal of Philosophy and Public Debate, 2009) e Da interpretação à ciência: por uma história filosófica do conhecimento político no Brasil (Lua Nova, 2011). Publicou ensaios em O esquecimento da política (Editora Agir, 2007); Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo (Edições Sesc SP/ Editora Agir, 2008); Vida, vício, virtude (Edições Sesc SP/Editora Senac São Paulo, 2009); A condição humana (Edições Sesc SP/Editora Agir, 2009); Mutações: a experiência do pensamento (Edições Sesc SP, 2010); Mutações: a invenção das crenças (Edições Sesc SP, 2011) e Mutações: elogio à preguiça (Edições Sesc SP, 2012). |
Marilena Chaui, professora aposentada do Departamento de Filoso-
fia da USP e ex-secretária municipal de Cultura de São Paulo, é autora
de A nervura do real (Companhia das Letras), entre outros livros. |
Jean-Pierre Dupuy é professor na École Polytechnique, em Paris e na
Universidade de Stanford, na Califónia, da qual é também pesquisador e
membro do Programa de Ciência-Tecnologia-Sociedade e do Fórum de
Sistemas Simbólicos. Pelas Edições Sesc São Paulo participou das coletâneas: Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo, A condição
humana (coedições com a editora Agir); Mutações: a experiência do pensamento; Mutações: a invenção das crenças; Mutações: elogio à preguiça; Mutações:
o futuro não é mais o que era; Mutações: o silêncio e a prosa do mundo, Mutações:
fontes passionais da violência e Mutações: o novo espírito utópico. |
Grégoire Chamayou é filósofo e pesquisador do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique), na França. Publicou, entre outras,
as obras: Les Corps vils (La Découverte, 2008); Les chasses à l’homme (La
Fabrique, 2010); Théorie du drone (La Fabrique, 2013 – edição brasileira
em 2019) e La Société ingouvernable: une généalogie du libéralisme autoritaire
(La Fabrique, 2018). |
PASCAL DIBIE é professor de Antropologia na Universidade de Paris-Diderot, codiretor do Pôle des Sciences de la Ville, membro do laboratório URMIS. É diretor da coleção Traversées, da Éditions Métailié. Publicou, entre outros, os livros: Ethnologie de la chambre à coucher (edição brasileira: O quarto de dormir, Editora Globo, 1988); La tribu sacrée (Métaillé, 2004); Ethnologie des prêtres (Métaillé, 2004); La passion du regard; e Essai contre les sciences froides (Métaillé, 1998). Um de seus últimos ensaios foi publicado no Brasil em A condição humana (Edições SESC SP/Agir 2009). |
PEDRO DUARTE é professor adjunto de filosofia da UniRio. Mestre e doutor em filosofia pela PUC-Rio. Professor colaborador do mestrado em Estética e Filosofia da Arte da UFF e da especialização em Arte e Filosofia da PUC-Rio. Autor do livro Estio do tempo: Romantismo e estética moderna (Zahar, 2011), prepara A palavra modernista, a ser publicado, em 2014, na coleção Modernismo+90 (Casa da Palavra). Ênfase de pesquisa em estética, filosofia contemporânea, cultura brasileira e história da filosofia, com diversos artigos publicados em periódicos acadêmicos e na grande mídia. É membro do grupo de trabalho em estética na Anpof. |
EUGÈNE ENRIQUEZ é professor de sociologia na Universidade de Paris VII. Foi presidente do comitê de pesquisas de sociologia clínica da Associação Internacional de Sociologia. Escreveu os livros: De la horde à l’État (Gallimard, 2003), traduzido no Brasil pela Jorge Zahar, em 1999; As figuras do poder (Via Letteras, 2007); Le goût de l’altérité (Desclée de Brouwer, 1999); La face obscure des démocraties modernes (com Cl. Haroche, ERES, 2002) e Clinique du pouvoir (ERES, 2007). |
Éric Fassin estudou na École Normale Superieure de Paris e é professor
de sociologia na Universidade de Paris 8 – Saint Denis, no Departamento
de Ciência Política. Publicou, entre outras obras: Gauche: l’avenir d’une
désillusion (Textuel, 2014) e La Gauche et la stratégie populiste (Fondation
Seligmann, 2017). |
Franklin Leopoldo e Silva é professor aposentado do Departamento
de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP) e professor visitante no
Departamento de Filosofia da UFSCar. Autor de diversos livros, publicou,
pelas Edições Sesc São Paulo, ensaios nos livros: Mutações: ensaios sobre as
novas configurações do mundo (em coedição com a editora Agir, 2008); Vida,
vício, virtude (em coedição com a editora Senac São Paulo, 2009); A condi-
ção humana (em coedição com a editora Agir, 2009); Mutações: a experiência
do pensamento (2010); Mutações: a invenção das crenças (2011); Mutações: elogio
à preguiça (2012); Mutações: o futuro não é mais o que era (2013); Mutações:
o silêncio e a prosa do mundo (2014); Mutações: fontes passionais da violência
(2015); Mutações: o novo espírito utópico (2016); Mutações: dissonâncias do
progresso (2019); e Mutações: a outra margem da política (2019). |
José R. Maia Neto é professor do Departamento de Filosofia da UFMG,
mestre em filosofia pela PUC-Rio e doutor em filosofia pela Washington
University. Publicou os livros Machado de Assis, the Brazilian Pyrrhonian
(Purdue University Press, 1994; tradução brasileira: O ceticismo na obra
de Machado de Assis, Annablume, 2007) e The Christianization of Pyrrhonism: Skepticism and Faith in Pascal, Kierkegaard and Shestov (Kluwer, 1995).
Organizou, em parceira com Richard H. Popkin, os livros Skepticism in
Renaissance and Post-Renaissance Thought: New Interpretations (Humanity
Books, 2004) e Skepticism: an Anthology (Prometheus Books, 2007). Com
Gianni Paganini, organizou Renaissance Skepticisms (Springer, 2009), e,
com Gianni Paganini e John Laursen, Skepticism in the Modern Age: Building
on the Work of Richard Popkin (Brill, 2009). Participou das coletâneas O
silêncio dos intelectuais (Companhia das Letras, 2006) e Mutações: a invenção
das crenças (Edições Sesc São Paulo, 2011). |
OLGÁRIA MATOS é doutora pela École des Hautes Études e pelo Departamento de Filosofia da FFLCH-USP, e professora titular dos departamentos de filosofia da USP e da Unifesp. Escreveu: Rousseau: uma arqueologia da desigualdade (Mg Editores Associados, 1978); Os arcanos do inteiramente outro – a Escola de Frankfurt, a melancolia, a revolução (Brasiliense, 1989); A Escola de Frankfurt – sombras e luzes do Iluminismo (Moderna, 1993) e Discretas esperanças: reflexões filosóficas sobre o mundo contemporâneo (Nova Alexandria, 2006). Colaborou na edição brasileira de Passagens de Walter Benjamin e prefaciou Aufklârung na Metrópole – Paris e a Via Láctea. Participou das coletâneas: Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo; Mutações: a experiência do pensamento; Mutações: a invenção das crenças. |
LUIZ ALBERTO OLIVEIRA é físico, doutor em cosmologia, pesquisador do Instituto de Cosmologia, Relatividade e Astrofísica (ICRA-BR) do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF/MCT), onde também atua como professor de história e Filosofia da Ciência. É ainda curador de Ciências do Museu do Amanhã (em implantação) e professor convidado da Casa do Saber do Rio de Janeiro e do Escritório Oscar Niemeyer, dentre outras atividades. Escreveu ensaios para Tempo e história (Companhia Das Letras, 1992); A crise da razão (Companhia das Letras, 1996); O avesso da liberdade (Companhia das Letras, 2002); O homem-máquina (Companhia das Letras, 2003); Ensaios sobre o medo (Edições Sesc SP/Editora Senac São Paulo, 2007); Ensaios sobre as novas configurações do mundo (Edições Sesc SP/Editora Agir, 2008); A condição humana (Edições Sesc SP/Editora Agir, 2009); Mutações: a experiência do pensamento (Edições Sesc SP, 2010); Mutações: a invenção das crenças (Edições Sesc SP, 2011) e Mutações: elogio à preguiça (Edições Sesc SP, 2012). |
Marcia Sá Cavalcante Schuback é professora titular de filosofia na Universidade de Södertörn (Suécia). Entre 1994 e 2000, foi professora adjunta
do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. Suas principais áreas
de trabalho são hermenêutica, fenomenologia, idealismo alemão, filosofia
francesa contemporânea e estética poética e musical. Possui uma extensa
lista de publicação em várias línguas. Dentre os seus livros, destacam-se
O começo de Deus: a filosofia do devir no pensamento tardio de F. W. Schelling
(Vozes, 1998); A Doutrina dos sons de Goethe a caminho da música nova de
Webern (UFRJ, 1999); Para ler os medievais: ensaio de hermenêutica imaginativa (Vozes, 2000); Lovtal till intet: essäer om filosofisk hermeneutik [Elogio ao
nada: ensaios de hermenêutica filosófica], (Glänta Produktion, 2006); Att
tänka i skisser: essäer om bildens filosofi och filosofins bilder [Pensar por esbo-
ços: ensaios sobre a filosofia da imagem e as imagens da filosofia], (Glänta
Produktion, 2011); Olho a olho, ensaios de longe (7Letras, 2011); Being with
the Without (com Jean-Luc Nancy, pela Axl Books, 2013); Dis-orentations:
Philosophy, Literature and the Lost Grounds of Modernity (com Tora Lane,
pela KDPPR, 2015); The End of the World: Contemporary Philosophy and Art
(com Susanna Lindberg, pela Rowman & Littlefield, 2017). É tradutora de
várias obras de filosofia e poesia, entre as quais Ser e tempo, Heráclito e A caminho da linguagem, de Martin Heidegger; Hipérion e Escritos Teóricos, de F.
Hölderlin; e Reflexões sobre o sonho e outros escritos filosóficos, de Paul Valéry |
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